
Por volta de 1773-74, provavelmente por causa da forte inclinação da ainda infanta D.Maria, o Marquês de Pombal, apresentou um projecto ao rei D.José, no sentido de afastar a princesa da linha sucessória.
Gizou Pombal a ideia que a sucessão de D.José I deveria recair não sobre sua filha, mas sobre o neto D.José. O projecto terá contudo sido denunciado pelo ministro José Seabra da Silva, adjunto de Pombal, junta da rainha D.Mariana Vitória, razão porque o projecto de Pombal, abortou.
D.Maria aliás defendeu com determinação o seus direitos dinásticos e repudiando a lei sálica, impeditiva dos direitos das princesas em assumir a coroa que por sucessão lhes pertenceria.
Muito embora este acto não tenha sido na altura demasiado falado o certo é que Seabra da Silva partiu para o exílio em Angola, onde ficou longos anos.
No Outono de 1788 ficará livre o Ministério do Reino e o novo escolhido foi exactamente Seabra da Silva que a rainha tinha já mandado regressar do exílio angolano, que afinal cumpria por devoção à sua causa.
Não fora este o único a mandar regressar do exílio, também não foram esquecidos os meninos de Palhavã encerrados no Buçaco desde 1760, o Conde de Ega e o Duque de Lafões
Gizou Pombal a ideia que a sucessão de D.José I deveria recair não sobre sua filha, mas sobre o neto D.José. O projecto terá contudo sido denunciado pelo ministro José Seabra da Silva, adjunto de Pombal, junta da rainha D.Mariana Vitória, razão porque o projecto de Pombal, abortou.
D.Maria aliás defendeu com determinação o seus direitos dinásticos e repudiando a lei sálica, impeditiva dos direitos das princesas em assumir a coroa que por sucessão lhes pertenceria.
Muito embora este acto não tenha sido na altura demasiado falado o certo é que Seabra da Silva partiu para o exílio em Angola, onde ficou longos anos.
No Outono de 1788 ficará livre o Ministério do Reino e o novo escolhido foi exactamente Seabra da Silva que a rainha tinha já mandado regressar do exílio angolano, que afinal cumpria por devoção à sua causa.
Não fora este o único a mandar regressar do exílio, também não foram esquecidos os meninos de Palhavã encerrados no Buçaco desde 1760, o Conde de Ega e o Duque de Lafões